2 de ago. de 2008

Simplicidade.

A gente olha para dentro e se compreende mais um pouco. Abre mão de alguns julgamentos e se liberta mais um pouco. Encara os espelhos da vida e muda aqui e alí. E o jogo da vida continua.

Comecei a minha jornada do auto-conhecimento há pouco mais de 20 anos. Vivi o que tinha que viver. Não fugi, não adiei. Vivi e aprendi. Aprendi com vitórias, com tombos, com erros, muitos erros. Aprendi com a tristeza, aprendi com o êxtase. Aprendi com o vazio, aprendi com a plenitude. Aprendi com o tudo, aprendi com o nada.

Não vivi uma vida morta. Vivi uma vida em constante movimento. E agradeci, sempre.

Agora me aventuro em dividir uma parte dessa jornada com quem se encorage a isso. O instrumento que uso para fazer a ponte entre a minha e a sua Alma é o Tarô Zen, inspirado em Osho.

Não, não sou vidente, não mudo destinos, não tenho fórmulas mágicas. Mas posso inspirá-lo(a) a olhar para seu Interior com a coragem de quem sabe que pode ir além. Mudar, transmutar. Nem sempre é fácil, mas é necessário.

Acredito que tudo que acontece na nossa vida é com nossa permissão, consciente ou não. É hora de permitir apenas o que nos torna mais íntegros e verdadeiros.

É bom, é muito bom. Um passo de cada vez. Um dia depois do outro. Um renascimento a cada instante.

Paz.

Lilian

Nenhum comentário: